quarta-feira, 28 de julho de 2010

Pessoas movidas a álcool-parte 3

Nada a declarar, somente uma coisa: Eu sou dama!

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Burrice contagia?

Com que proposito uma pessoa depila a cabeça com cera? O sexo masculino pode ser o sexo forte, mas não é, definitivamente, não é, o sexo mais inteligente, não concorda comigo? Ficou revoltado? Então veja o video abaixo e diga que estou errada, ou isso é uma coisa normal, ou tem alguém denegrindo a imagem masculina, la la la la la

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Top 20 Plágios

Tem coisas que você vê e fica impressionado.
Seria somente falta de criatividade? Ou apenas "influência" noutras músicas?

sábado, 10 de julho de 2010

Destaque:Videos mais legais.

Mais antigo que andar pra frente, o vídeo da Gwen na época do "No Doubt" gerou muita crítica (tanto positiva como negativa) na época de lançamento, primeiro pela regravação da música do Talk Talk, uma banda de grande sucesso nos anos 80, foi também pelo enredo do videoclipe, que parece estar escrito na testa em frente ao cabelo loiro e ondulado "Eu quero ser Madonna!!!"
Por isso não se esqueça da dica da nossa Gwen, nunca queira matar seus 3 maridos e tentar ficar impune (se for matar, procure ter certeza absoluta de que eles estão realmente mortos)
Enjoy

Baby, Baby Baby UHHHHH

Na boa Justin, essa versão é bem melhor!

quinta-feira, 8 de julho de 2010

E a tal lei?

Usando um pouco deste espaço que foi dedicado somente ao humor, pra incrivelmente falar algo sério, e que simplesmente não pode, de maneira alguma, ser ignorado, então deixemos de fechar os olhos com o tapa olho da vergonha, e vejamos a realidade nua e crua em que nos oponhamos por tanto tempo.
Veja a imagem abaixo, ela te causa repulsa? Revolta?



Foi o que eu imaginei, a sociedade em que vivemos, foi criada a base de tapas e agressões, e vivemos na base da teoria: "Os fortes são aqueles que põem medo nos fracos, seja de que maneira for"
E por muito tempo, enfim, vivemos em torno disso, de bater ou de mostrar de qualquer forma, o quão forte nós somos, somente pra ganhar respeito, mas será essa única forma de ganhar respeito?
É exatamente aqui que quero chegar, você achou a foto anterior chocante não é? Então vejamos as próximas:



Diferente do homem acima, estas mulheres não foram agredidas em um jogo de futebol, ou em uma briga de bar, ou por qualquer desconhecido que seja, que as provocaram ou vice-versa, provocando numa discórdia, essas mulheres, pelo contrário, foram agredidas por quem elas mais confiavam e mais acreditavam, por quem tinha o dever, que devia ser cumprido não por uma obrigação legal, mas uma obrigação divina, de as proteger de qualquer mal, de serem seus companheiros pra quaisquer problemas, essas mulheres foram agredidas pelos seus parceiros, por aqueles homens que, independentemente, formaram uma família unidos com essas mulheres, e que covardemente assumem esse tipo de ato.
Quando acordaremos? Quando tiraremos as vendas da vergonha, e veremos o que realmente está acontecendo? Quando finalmente diremos não á impunidade? E a tal lei? Ela existe mesmo?

Vale ressaltar que este blog continua sendo de humor, ok?

terça-feira, 6 de julho de 2010

Arco-íris orgásmico!

É, meu amigo, é bom você se acalmar, amigo, amigo, calminha.

sábado, 3 de julho de 2010

E pra dizer que é só um jogo?

Foi o Felipe Melo, aquele viado! Calma Salomão, Calma.

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Pudinho Zinho...


Desculpe senhor Pudim, mas isso é quase impossível!!

A filosofia do Sei lá *-*

Uma das filosofias mais antigas, complexas e poderosas até hoje estudadas, é certamente a filosofia do Sei Lá. Sua origem é incerta, mas o registro mais longinquo encontrado data de 3000 ac., no Egito Antigo. No entanto, sua possível origem ainda é creditada à grécia antiga, já que o mais fidedigno relato provém de lá. Segundo consta, no ano de 1450 ac, um jovem adentrou o templo do oráculo. Queria ele saber da origem do ser humano. Eis que o oráculo respondeu-lhe: sei lá.
Desde então, a cultura do sei lá foi amplamente difundida, inclusive por Platão. Consta, que numa de suas andanças por uma estrada, um grupo, aparentemente perdido, pediu uma informação para Platão. A resposta de Platão foi: sei lá. Sendo assim, o grupo, contagiado pela essência da sabedoria de Platão, acabou encontrando o local procurado.
Sendo assim, várias correntes são dedicadas ao estudo dessa vertente filosófica tão abrangente, complexa e misteriosa até hoje. Abordaremos neste capitulo todos os conceitos de forma introdutória apenas. Não nos relegaremos a discutir a fundo, faremos-o mais para frente. Dividiremos o estudo em 4 conceitos básicos: moralidade do sei lá, a questão afetuosa e o sei lá, o uso do sei lá em relações intrínsecas e a propagação do sei lá no meio social.

1) Moralidade do sei lá

A questão moral é talvez o ponto chave das relações interpessoais. A incidência na moralidade na construção da sabedoria de uma pessoa é certamente o fruto mais bem-vindo que se pode colher com anos de estudo e dedicação. Um estudo com moral e razão trás-nos conclusões verdadeiras sobre qualquer coisa. E é aí então que entra o sei lá. Ao analisarmos um objeto pelas suas propriedades, podemos chegar à várias conclusões. Porém, algumas podem ser equivocadas, outras não. Então, entra o bom senso e a moral, que nos ensina a sociabilizar as descobertas e discutir sobre a conclusão. Sendo assim, o agrado moral à todos é certamente uma conclusão que vise atender a todos os aspectos da realidade em sua faceta ética. Sendo assim, não é difícil concluir qual a melhor conclusão sobre um fato que diverge opiniões.

Exemplo: Tem-se uma bola de futebol. Para você, é uma bola de futebol. Para o seu amigo, pode ser apenas uma esfera sem utilidade aparente. Tendo você uma arguição, e ele outra, é natural que após horas de debate, a conclusão final ainda não seja satisfatória. Entrementes, há mister que se faça uma conclusão verdadeira sobre o objeto em estudo. Para que ela seja verdadeira e de total agrado, certamente a melhor conclusão a ser feita, é o sei lá.

2) A questão afetuosa e o sei lá

A questão afetuosa é sempre uma parte delicada da filosofia. Uma vez que entra o afeto, opiniões cegas podem formar-se diante de um fato que nos cause comoção e toque profundamente o nosso ego. Sendo assim, para evitar que a questão afetuosa impeça-nos de progredir, devemos tomar uma posição mais ampla e fria diante de tal fato. Por muitos anos discutia-se sobre qual a melhor posição a ser tomada diante de tal aspecto. Hoje é sábido para todos, e de suma importância. Entrementes, ainda não se sabe por que tal posição é tão eficaz diante de enfatizações que levam à comoção. Esse é um importante objeto de estudo da filosofia atualmente. A melhor forma de evitar-se a comoção, é empregando o sei lá.

3) O uso do sei lá em relações intrínsecas

As relações intrínsecas são cada vez mais raras no mundo moderno. Com o advento da internet e dos meios de comunicação, relacionar-se tornou-se cada vez mais fácil e rápido. No entanto, o excesso de relações levam à uma forma de relação extrínseca: mais ampla, menos abrangente. As relações intrínsecas então, mais pessoais, acabam relegadas à segundo plano. Porém, para a filosofia essas relações são de suma importância, pois é a partir delas que definimos o caráter de socialização de um ser. Por isso, a filosofia passou a empregar o uso do sei lá nessas relações, e descobriu-se que trata-se de um caráter socializador muito importante, na busca do fortalecimento dessas relações.

Exemplo: Você e seu amigo discutindo após um jogo de truco. Trata-se de uma amizade longa, duradoura, com alta cumplicidade. Certamente é um exemplo de relação intrínseca. Nenhum dos dois aceita agradar ou ser desagradado. A pergunta é, como agradar sem ser desagradado? Basta recorrer à questão moral do sei lá.

4) A Propagação do Sei Lá no meio social

Finalmente, concluimos o nosso estudo, partindo do fato da propagação do sei lá. É normal que tais culturas tão abrangentes e úteis propaguem-se rapidademente. Entretanto, isso constitui-se num perigo, já que o mau uso de ferramentas poderosas pode ser mais prejudicial do que benéfico. É dever da filosofia, então, estudar esta propagação, de modo a ater-se em prevenir o mau uso. Pesquisas indicam que um homem normal e saudável fala "sei lá" em média, 15 vezes ao dia. Portanto, deve ser feita uma análise cautelosa do modelo de vida desta pessoa, de modo a entender a propagação geral do sei lá no meio social. A aceitação do sei lá, no entanto, é vista como uma grande vitória, e uma das maiores conquistas do homem. Por isso que estudamos tal ferramenta, de modo a aprimorá-la e elevar a humanidade para o grau maior.

Marcel Villalobo - (Amigo poeta e matador de tédios no msn *--*)